quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Refletindo sobre a gripe H1N1 e a Vida

Será que chegou uma grande fase assustadora de passagem para os seres humanos? Me remeto a pensar que nada da rotina criada pelo homem faz sentido nós nos auto-escravizamos pelo trabalho que dignifica e permite a sobrevivência, contudo estamos confundindo o objetivo maior que é a existência da vida humana. Na maioria das vezes priorizamos as coisas de fora, digo, as materiais que como obviamente sabemos não levamos deste para outro mundo. Mas mesmo assim, continuamos, numa obsessão em adquirir bens materiais, obter lucros, conforto, bem estar, etc.

Os jovens de forma geral ocupam um lugar muito complicado na sociedade atual, pois acabam tendo que fazer alguns “milagres” para dar conta de estudar, trabalhar, cuidar da família, amar, ser criativo, amadurecer, aprender com os erros, e, também mostrar que precisa ser levados a sério, às vezes com o intuito de mostrar seus sonhos, angústias, pensamentos é tolhido ou ignorado.

Não sei que política é essa que incentiva a busca pelo conhecimento, pelo estudo e na hora de usar este potencial cuidadosamente regado ao longo de uma vida é assim descartado, por idéias impositivas ou auto-protetoras. O perfil ideal de educador não é permitido entrar em vigor, e ai eu pergunto que contradição é essa? Aonde estamos? Para onde vamos desse jeito?
Por Andréa Avanze

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